De acordo com a AP News, Thomas Crooks, o atirador que tentou assassinar o ex-presidente dos EUA Trump em 13 de julho de 2024, voou um drone sobre o local do comício poucas horas antes do evento começar. Isso permitiu que o atirador obtivesse imagens aéreas antes de realizar o tiroteio.
Fonte: AP News O atirador do comício de Trump, Thomas Matthew Crooks, voou drone sobre o local | AP News
Um agente da lei revelou que Thomas Matthew Crooks, o atirador que tentou assassinar o ex-presidente dos EUA Trump, voou um drone sobre o local do comício apenas algumas horas antes do comício começar. O drone foi recuperado pela agência de aplicação da lei logo após o tiroteio acontecer.
O oficial, sob a justificativa do anonimato, revelou ainda que o drone encontrado no veículo de Crooks continha vários registros de voo em torno do Butler Farm Show em Butler, Pensilvânia, com registro de data e hora algumas horas antes do início do comício. Combinado com o registro de que Thomas Crooks se registrou para o evento e estava no local do comício alguns dias antes do evento do comício, é seguro assumir que Crooks planejou o ponto de observação do atirador com dias de antecedência e usou seu drone para finalizar seu plano de assassinato. Este uso de drone em tentativa de assassinato é um lembrete gritante de que pequenos UAVs podem causar muito mais danos do que sua aparência sugere. Seja lançamento direto de carga útil perigosa ou assistência de reconhecimento aéreo em tempo real, pequenos UAVs colocaram nas mãos de milhões, se não bilhões, de pessoas possibilidades antes acessíveis apenas aos exércitos profissionais das grandes potências.